segunda-feira, 22 de maio de 2017

Sucateamento Cultural

Em anos venho perguntando sem respostas sobre o sucateamento das bandinhas e agora, quem sabe o vereador, deputado estadual de outrora e que agora é prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando possa me dizer o que aconteceu com os vários instrumentos musicais que eram ou são Patrimônio Municipal... 

Na época do começo do sucateamento vi com meus olhos, uma sala com algumas mesas e carteiras danificadas e centenas de instrumentos musicais de bandinhas em um quarto que mal podia abrir a porta, mas eu vi.

No caso eu falo de roubo de patrimônio...

Até hoje o diretor da Cultura Osnir, a Gestão Willian Dib, vereadores de SBC daquela época , inclusive o vereador Orlando Morando, não souberam ou não quiseram responder as acusações.

Tínhamos 7 bandas musicais, dezenas de bandas marciais e algo perto de 60 fanfarras, São Bernardo do Campo era conhecido como Cidade das Bandas e com as melhores Bandas do país. As Bandas Municipais Infanto Juvenis do Rudge Ramos e Cidade da Criança eram temidas, pois ganhavam todas as competições que eram efetuadas na Rede Record. 
Na época eram promovidas pela Weril ( instrumentos musicais) em várias cidades do pais

As bandas de São Bernardo do Campo foram aniquiladas, e onde estão os instrumentos musicais, os patrimônios municipais? Quem ganhou com isso na gestão de Willin Dib, com o vereador Orlando Morando, pois só temos 1 banda, a Corporação Musical São José(tocando) e uma que esta escondida, que outrora era dos veteranos das bandas Sambernardenses, a Corporação Musical Filarmônica Lauro Gomes, que faliu mas retornou com uma juventude, porém não a ouvi tocar ainda, a não ser em um comitê do Willian Dib na Associação dos Funcionários Públicos de SBC quando eleito para deputado federal. 

É um passado que quero saber a resposta, pois quando Luiz Marinho assumiu, não tinha mais instrumentos, a não ser das bandas Mirim e Jovem, cerca de 90 instrumentos.
Já as 7 bandas temos que tirar a Metalurgia, pois os instrumentos eram deles e da WV então temos uma soma de 340 instrumentos de sopro e uns 10 de percussão. 

Tirando os instrumentos que ficaram na banda jovem e mirim (90) são 250 instrumentos de sopro de bandas musicais e melódicos desaparecidos.

No Teatro Martins Pena tem alguns desses instrumentos que foram avaliados como inaptos para serem usados, segundo músicos de prestigio sambernardense, porém para cada problema vemos uma sugestão... Desde que seja Weril, o instrumento pode ser consertado e ser colocado na ultima versão, pela metade do preço que seria comprado na própria Weril. A Fábrica iria derreter o material e fazer um novo.

O sucateamento teve um início na música começando com Aron Galante e Walter Demarchi, depois veio o Mauricio Soares em uma época com o PT e depois PSDB, deixando a pasta para Willian Dib no meio do mandato, mas depois o Willian deixou o Mauricio irritado com suas conclusões e passou para o adversário. após 8 anos de gestão do PT ele volta para o PSDB... eu acho que quem governa SBC é o Mauricio Soares, PT, PSDB, PPP, PCC ele é o prefeito.

Concluindo, o começo foi na música, mas vemos com nitidez que todas as outras linguagens culturais estão em um sério risco de desaparecer.








o CAJUV Coordenadoria de Ações Para a Juventude, na Redenção
o CLM    Centro Livre de Música, 
o CAV    Centro de Áudio Visual 
o CLAC  Centro Livre de Artes Cênicas 
o CRI     Centro de Referência ao Idoso

Eu vendo o CLM ser destruida, farei de tudo para que os outros centros não sejam esmagados... é por isso que ainda estamos de pé! LUTANDO e RESISTINDO


 Respeito com o artista 

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domingo, 21 de maio de 2017

Em show Beneficente, Jardim Calux foi atacada pela GCM

O que era para ser um evento de arrecadação de alimentos para o Jardim Calux, se tornou uma guerra.

Romário Firmino, dono e fundador da radio web radio Calux com a Nevada Açaí , promoveu no ultimo dia 13, eventos que a intenção era beneficente e acabou sendo alvo da "Noite Tranquila" (Operação que visa tirar os pancadões e funk das ruas) no entanto, essa noite tranquila virou uma noite com vários atingidos por gás de pimenta e armas com munição de borracha.



Neste evento beneficente, na qual fui convidado e não pude ir, haviam crianças, pessoas de idade, famílias e nada de funk ou pancadão, artistas foram convidados e se tornaram alvos com armas apontadas para a cabeça, e o evento se tornou uma humilhação.

o Mercado local teve suas instalações danificadas, teve pisoteamentos, pessoas foram feridas e foi uma má conduta liderada pelo atual gestor da prefeitura, o Servidor Publico Orlando Morando(prefeito PSDB)

Foi feito um ofício à prefeitura, foi entregue e recebida, pedindo banheiros químicos, fechar as ruas, entre outras, palco, iluminação,mas vereadores, diretores  e quem mais trabalha dentro da prefeitura disseram que não receberam tal ofício e não sabiam que ali teria esse evento , então Romario Firmino pergunta: Como vieram os banheiros químicos? como fecharam as ruas para o evento? Alguém sabia e eu concordo!

Neste mesmo dia foi feito um Noite Tranquila na Vila São Pedro, e lá sim havia Pancadão , funk.

O PSIU existe há muito tempo e sei que é Negado quaisquer autuações do tipo... O local onde está incomodando a vizinhança deve ser em primeira mão dar um pedido de abaixar o volume por um GCM ou PM, acaso este abaixe e ao não ver mais o GCM ou PM e depois aumente ,  deve ser apreendido, multado e pode ficar na cadeia de 2 à 6 meses por "Desacatar um servidor publico em exercício da função ou em razão dela" artigo 331 do código penal.
No caso o Orlando Morando poderia ser atacado, sem problemas, pois é um servidor publico, porém não está em exercício da função e nem em razão dela. Ele deu o comando para tirar todos do local e sem autoridade!
Primeiro deve dar o aviso com a palavra "por favor" !

Conversei com centenas de GCMs, alguns dizem o melhor é a porrada, outros a opressão, outros diminuir o cidadão, e apenas 2% creem que o bom dia, boa tarde e boa noite, simpatia e didática de segurança podem resolver estes conflitos entre cidadão e servidores da segurança, e digo, esses 2% faz uma diferença para um cidadão melhor!

Poderia falar o nome de um deles mas são tenentes, generais que outrora estivera em SBC e me confiaram meu livre arbítrio de mencionar o nome deles. Por isso não falo!

Segundo Romário Firmino, a forma correta seria conversar(é o certo mesmo) e não entrar atirando em todos,  entrar em uma comunidade e ferir pessoas, crianças de colo, mães e crianças, e Romario  pediu para mandar para frente, pois este video vai chegar até ele.

O prefeito Orlando Morando disse que perto do Escondidinho de Peixe ouve reclamações, mas que o povo estava fazendo? Estava fazendo uma coisa que eles , os eleitos pelo povo, deveriam estar fazendo pela comunidade e pela cidade, organizando eventos que promovam a comunidade.

Eu e o Romario Firmino estamos indignados.


Alguns nomes que o Romário fala: Ivan Silva, vereador Mario de Abreu e  prefeito Orlando Morando marquem esses nomes.
Eu colocaria mais um que deveria estar por dentro, o Diretor de Cultura (Gazelli)  e a Secretaria da Educação e Cultura
O jornal saobernardoinfo, sempre deixou a desejar com meias notícias, mas esta ele colocou por completo.

Diria mais, com um rabisco que fala tudo e se essa gestão não enxergar, a "Violência será espetáculo, com certeza" pela falta das atividades com fomento a cultura...


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Valeu Romário Firmino pela iniciativa e pelo esforço, creio que o Jardim Calux tem orgulho de você




domingo, 14 de maio de 2017

Ser Mãe é Padecer no Paraiso... vc sabe o que é isso?


       Ser mãe é padecer no paraíso. Nem todos sabem o que significa! 

Tantas vezes ouvi este ditado e, hoje, quero manifestar a minha interpretação sobre ele. Será que isso é ruim? A expressão padecer traz essa conotação negativa, pesada, mas, na verdade, não é bem assim. As mães vivem um certo desconforto desde a gestação (enjoos, azia, inchaço). No parto, com suas dores próprias; depois, nos primeiros dias, a adaptação e interpretação do choro do bebê, o sono, o cansaço. São situações reais que parecem eternas pela intensidade, mas, de repente, passam… Alguns meses depois, o padecimento é outro: voltar ao trabalho e deixar o filho, afinal, ninguém vai saber cuidar do dele como a mãe. Doce ilusão!
Mais adiante, a entrada na escola. “Quem será o professor?”, “Será que vai acompanhar a aula?”, “O que vai comer no lanche?”, “Quem serão os colegas?” “E se alguém bater no meu filho?” Nós insistimos em viver a vida dos filhos e, com isso, padecemos, pois não temos o mesmo entendimento das crianças. E quando chega a adolescência? Nossa! Aí entra outra fase. Só mudam as preocupações: filho criado, trabalho dobrado! Mas e aquilo que plantamos na educação deles? Não valeu a pena?
As mães de hoje são, na sua maioria, frutos da geração de transição do feminismo e do sexo, drogas e rock’n roll. Achar o equilíbrio não é fácil. Anterior a nós, houve a geração de pais que acreditavam que a liberdade era a melhor opção de educação para os filhos vivendo o “é proibido proibir”.

Hoje, já percebemos que os limites são necessários na formação de qualquer ser humano. Por isso, às vezes, dar um “não” ao filho chega a ser um padecimento, pois sabemos que ele queria muito tal coisa ou tal situação, mas percebemos que não é o melhor naquele momento, e isso gera um certo desconforto no relacionamento entre mãe e filho.
Mais do que padecer é compadecer, é sofrer, pois, apesar de estarmos conscientes da decisão tomada, não gostamos de ver nosso filho triste. Mais uma vez, apesar de toda intensidade, veremos que isso também vai passar! Assim como nós, hoje, neste papel de mãe, reconhecemos e aceitamos a postura que as nossas mães tiveram conosco. E pensamos: “Elas estavam certas…” Olhando tudo isso, parece que o ditado está certo: “Ser mãe é padecer no paraíso”. Agora, é preciso dizer que tudo isso vale a pena!
foto Lar Mamãe Clory 
A presença, a realização, as conquistas, alegrias e tristezas de um filho não têm preço. Esse é o nosso paraíso: a maternidade! As mães são capazes de abrir mão e renunciar a várias coisas na vida, somente não conseguem renunciar à maternidade, pois esta é inegociável!
Parabéns a todas as mães, avós, tias, madrinhas, sogras que, de uma forma ou outra, são mães em nossas vidas!

fonte Cançao Nova

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Salvando o CAJuv

      Não posso dizer nada referente ao funcionamento e fomento à cultura com participação da prefeitura, se irá ficar como era antes, mas o espaço é nosso.
O CAJuv , assim como o CRI e SEDESC podem ser vendidos, no entanto não podem tirar o que há naquele espaço, o que foi e é para toda região das 7 cidades. Não poderão mexer nas instalações tanto elétricas como hidráulicas, não poderão derrubar uma parede sem consentimento.
O CAJuv é conhecido internacionalmente, principalmente na America Latina, como um grande incentivo ao fomento artistico de Jovens.
Como patrimônio tombado municipal de SBC o CAJuv não sai das nossas mãos e, as vezes, só é preciso 1 pedinte para o requerimento em tal ação, entretanto somos muitos e podemos fazer um requerimento em massa. Sei que todas as cidades vizinhas e irmãs de São Bernardo do Campo,  irão contribuir.
Isso é o COMPAHC-SBC, que poderá salvar tirando de vez o SESC daquele local.
Nada contra o SESC em SBC, afinal já deveria ter vindo, mas temos tantos outros lugares!
Combinemos então em fazer um requerimento eficaz, pedindo o espaço da redenção 271, em prol da cultura e artes, e por fim entregarmos no poupatempo.

Não deixem de lutar pelo CAJuv, tudo o que foi o CLM, o que foi perdido, eu vivi e com poucos músicos sabendo do ocorrido, não pudemos fazer nada e digo, pois tem gente que sente falta da orquestra sinfônica de sbc ... eu acho que ficou muito tempo. Uma orquestra que poderia ser trocada facilmente(pelo dinheiro investido nela) por uma dezena Bandas Musicais, centenas de fanfarras, dezenas de Bandas Marciais , mais  professores de musica, entre todos os instrumentos, Maestros, Corais, mais uns três pontos culturais  com tudo isso... teria musica nas escolas e quem sabe uma outra nova era da cidade dos isntrumentos de sopro?
Não sei qual era o salário do Maestro Julio Medáglia, mas sabia que tinham instrumentistas de outros países, custando o olho da cara, e os instrumentistas brasileiros, que eram poucos , acho que só um era de SBC, ganhavam o suficiente por mês , para tocar uma vez por mês  o suficiente para termos bandas e fanfarras funcionando.

Banda Municipal Infanto Juvenil  Rudge Ramos 

Aniversário da 1º radio web de SBC Vozes da Cidade

CLM

Projeto no Parque Hawai 

Banda Municipal Cidade da Criança 

Cajuv

CAJUV

CAJUV

Finalizações do ano no palco do CAJUV

SINDIMUSSP